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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Doenças são tramas que criamos inconscientemente para nos mostrar o que não está indo bem em nossa alma.



Nossas doenças são tramas que nosso inconsciente cria para nos mostrar através dos sintomas o que não está indo bem em nossa alma. Você acredita que essa é uma visão cruel, porque quando estamos doentes temos em nossos sintomas a justificativa que usamos para obtermos compaixão de nós mesmos e também de todos que nos rodeiam.  

Mas essa é a realidade cada um dos sintomas que sentimos está tentando nos mostrar que algo não vai bem a nosso interior. Estão na verdade espelhando aquilo que não temos condições de expressar, de entender, de escutar, de sentir profundamente, então nosso corpo procura uma linguagem para nos falar, e a dor física a doença, a paralisação são essa linguagem do corpo. 

O que nos faz concluir que todos os nossos males são na realidade psicossomáticos desde a espinha em nosso rosto até o câncer mais maligno.

Sabemos que cada um dos nossos órgãos tem funções especificas, tanto físicas como emocionais, e que todos fazem parte de um todo integrado que é o nosso corpo físico e nosso corpo emocional. 

Quando alguma desarmonia surge, (tanto faz que ela seja física, emocional ou espiritual) inevitavelmente, um ou mais de nossos órgãos encontram dificuldades para desempenhar seu papel perfeitamente, e ai surgem os sintomas que estão na verdade trazendo até nós as mensagens internas e tentando nos avisar das nossas necessidades internas.   

Como eles já tentaram de outras formas e não conseguiram nos fazer ouvir, eles usa como ultimo recurso a linguagem corporal, a linguagem física, porque sabem que assim sem duvida alguma nos faram parar e ouvi-los.

Em nossa essência somos perfeitos, e nossa experiência para a evolução não precisa ser vivenciada através da doença, mas estamos aqui para acordarmos para o Amor. 

E somos impelidos durante todo o tempo a nos despertarmos. Mas como estamos inconscientes continuamos dormindo e cegos, e assim não conseguimos sentir e nem escutar o nosso corpo e nossa alma a não ser quando eles nos gritam, e a doença é o grito desesperado da nossa alma, para que paremos e assim possamos ouvi-la.

Intoxicamo-nos tanto por nossos hábitos, modelos e condicionamentos modernos e nos iludimos que estamos vivendo uma vida verdadeira. 

Estamos sedados, viciados, densos, imperfeitos, polarizados e doentes e não conseguimos enxergar nada disso. Convencemo-nos de vivemos uma vida plena em toda a sua extensão.

Precisamos com urgência nos voltar para dentro de nós, dialogar com nosso corpo como representação física que ele é de todo o nosso Ser e descobrir o que ele tem para nos contar. 

Porque a doença que sentimos, ironicamente está apenas tentando nos avisar. Como uma amiga sincera, seu objetivo é nos unificar e purificar todos os nossos corpos. A doença não se intimida com os nossos desvios. Mas nossa visão de que somos apenas esse corpo, a vemos como uma inimiga a ser combatida e eliminada. 

Como vamos entender o significado desses sintomas? Como entender o que nosso corpo quer nos dizer? Estamos tão intoxicados que fica difícil mantermos um dialogo com o nosso corpo com nossa alma. 

Não entendemos se estamos doentes porque estamos intoxicados, ou se estamos tão intoxicados que não conseguimos encontrar o caminho da cura.

E assim maldizemos a doença, e corremos para suprimir os sintomas através de tratamentos alopáticos, que jamais poderão nos curar verdadeiramente. A medicina moderna ou a alopatia desenvolveu um método estranho de nos dividir em pedaços, e assim não conseguem mais nos enxergar como o todo que somos.

 Para alguns especialistas somos apenas membros braços e pernas, para outros somos apenas um coração, para outros apenas os intestinos, para outros apenas nossos hormônios, para outros apenas nosso pulmão e por ai vai eles não conseguem entender que somos um corpo interligado, que tudo em nosso corpo funciona em perfeita harmonia porque somos um conjunto, e que se algo não vai bem é preciso investigar todo o conjunto. 

Ou corremos o risco muito grande e real de vermos os sintomas voltarem cada vez mais fortes e com outros sintomas de forma cruel e dolorosa como se estivessem nos dizendo estamos aumentando o volume para que assim você possa ouvir nossa advertência. 

Quanto mais resistirmos ao autoconhecimento, maior será a pressão e a intensidade dos nossos sintomas. 

Primeiro nosso corpo se expressa através da nossa psique, são as nossas ideias, nossos desejos, nossas fantasias, nossas expectativas, crenças e os nossos preconceitos, que acabam por nos levar a depressões, fibromialgias, síndromes do pânico e tantas outras síndromes tão comuns atualmente. Mas assim mesmo teimamos em ouvi-lo, e vamos à busca do especialista da parte da cabeça. 

Ai vem os nossos distúrbios funcionais. Que deveriam nos tornar pessoas mais honestas para conosco, nos fazer refletir, que algo não vai bem em nós. Interrogarmo-nos: O que esse problema de saúde está tentando nos revelar?   

Nosso sistema imunológico está fragilizado e assim começam as inflamações (o câncer é uma inflamação), os sérios e agudos distúrbios físicos. E mesmo assim continuamos não conseguindo ouvir, ou não querendo ouvir. 

E essa dificuldade que sentimos em nos comunicarmos com a vida que há em nós vai transformando esses sintomas que eram para ser apenas alertas para nos parar e nos fazer ouvir, em processos incuráveis, em modificações permanentes em nossos órgãos.

E mesmo assim muito de nós não consegue parar e ouvir, ai o corpo resolve que merecemos e não somos dignos da vida que habita em nós. Morremos. 


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