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terça-feira, 22 de abril de 2014

Vamos chegou a hora de cair na real; "A cura nunca vem de fora"



O problema que vejo na medicina alopática, é que ela vê o doente como impotente diante da ação de micro organismos, como resultado de uma imperfeição da natureza, nesse caso o doente se transforma em uma vitima das circunstâncias, impotente diante da doença.

 Já a visão das antigas e milenares medicinas como a tradicional chinesa, ou a hindu Aiurvédica, a doença é vista como uma desarmonia, um desequilíbrio do indivíduo como um todo, e é como um todo que a pessoa é avaliada, todos os desequilíbrios são levados em consideração, os físicos, mentais, emocionais, afetivos, energéticos e espirituais, e todas as suas integrações. 

Assim sendo, a nossa saúde plena vai depender da nossa capacidade de percebermos efetivamente os desafios da nossa existência e a nossa inter-relação com o mundo a nossa volta.

Nossa doença ganha força e espaço quando as nossas percepções sofrem interferência dos desequilíbrios psicoemocionais, ou seja, são imaginarias ou mesmo iludidas. E por essa visão, torna-se evidente que é o espírito que organiza a matéria e não o físico que cria. 

Basta observarmos que afeto, gratidão, harmonia bom humor são qualidades totalmente espirituais.
A doença nos obriga a parar e a refletir, sobre nossas ações, se elas estão centradas no afeto, ou no medo, ou na culpa. Em assim sendo a nossa busca por uma saúde perfeita vamos ter que romper com as ilusões e as sedações emocionais.

Vamos ter que parar de lastimar e olhar profundamente para dentro de nós mesmos. E descobrirmos que na realidade não somos vitimas inocentes de alguma imperfeição da natureza ou que não temos controle sobre nossa vida. 

Na realidade nós não pegamos uma doença, nós a construímos, mesmo que inconscientemente (já que preferimos nos iludir) e não enxergarmos a realidade, de que nossas escolhas têm consequências.

Precisamos entender que nossa doença não é uma cruz, ela é na realidade um aprendizado profundo dos nossos conflitos internos e tem a função de nos mostrar as diferentes facetas de nossas emoções.
O nosso filme não irá mudar enquanto não conseguirmos introjetarmos o aprendizado. É fundamental entendermos que todos os nossos sintomas são na realidade a nossa sombra agora sob holofotes. 

Na realidade nossa doença está nos chamando para uma verdadeira transformação interior, uma profunda cura de nossos hábitos arraigados, para um crescimento espiritual comprometido e principalmente para uma maior expansão da nossa consciência. 

Mas muitos de nós preferimos viver sedados e crentes no automatismo psicoemocional e físico que nos impede de percebermos, o circulo vicioso porque uma vez que estamos intoxicados nossos sentidos (audição, tato, visão, olfato, e paladar) vão se tornando cada vez mais imprecisos e assim vamos cada vez mais nos tornando presas fáceis da nossa imaginação e ilusão.

E não conseguimos perceber o quanto essa nossa dormência é perigosa, e então surge a doença para nos despertar com seus sintomas que nos gritam: “Vamos caia na real. A cura nunca virá de fora”. Temos que entender profundamente que a doença na verdade é nosso mestre, porque só assim a cura acontecerá verdadeiramente.

A verdade é que a nossa doença vem para nos mostrar onde nossa alma está bloqueada. Para nos fazer superarmos os desafios da nossa evolução.

Por favor, não adie sua cura e transformação. E também a cura de todos que estão a sua volta envolvidos com a sua doença. 

Seu comentário é importante par ameu trabalho, deixe-o aqui.
Muito obrigado!
Fátima Jacinto
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