Pesquise neste blog

Mostrando postagens com marcador realidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador realidade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de abril de 2014

Tentamos sempre evitar a dor e o sentimento de vazio dentro de nós...



É bastante natural tentarmos evitar o nosso eterno sentimento de dor e vazio, e para isso todos os dias inventamos uma coisa, ou uma máscara.
 Muitas vezes nossa máscara é de sermos alguém “divertido”, que vive fazendo “piadinhas, para evitar assim uma conversa mais séria”. Ou ainda podemos usar a máscara de sermos “intocáveis”, fingindo que não nos importamos com a opinião dos outros a nosso respeito, quando na realidade cada pequena critica é recebida por nós com um golpe demolidor da nossa frágil autoestima. 

Não importa na verdade qual seja a nossa máscara, ela sempre está escondendo a mesma coisa, a nossa verdade.

Não conseguimos encarar nossos medos, nossas inseguranças, nossos pensamentos e intenções nem sempre tão agradáveis como gostaríamos, e também não conseguimos supera-los. 

Temos uma enorme dificuldade em sermos honestos com nossas características que nos desagradam, e que por isso acreditamos que serão julgadas pelos outros, e criamos formas ou máscaras para para nos desligarmos delas, ou mesmo para bloqueá-las. 

Vamos hoje fazer um esforço de separar um tempo do nosso dia, para nos fazermos duas perguntinhas de importância vital: “O que estou tentando esconder? Que máscara estou usando agora?”

Nossa máscara não nos permite nos amar e nos aceitar como somos por inteiro, e enquanto não aceita-la, não conseguiremos ser pessoas integras, Primeiro teremos que demolir a fachada do que somos para criarmos mais espaço para sermos o que realmente desejamos ser. 

Imagine sua vida um dia apenas em que não sentir a necessidade de usar a suas máscaras. Sem seus medos ou personalidades falsas, sem ter que esconder nada e sem precisar da aprovação de ninguém.
A verdade pode nos libertar. 

Seu comentário é importante para meu trabalho, deixe-o aqui.
Muito obrigado!
Fátima Jacinto

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Ansiedade a doença moderna que mais cresce. Qual a solução?



A ansiedade generalizada se transformou em uma das doenças modernas que mais crescem, a solução que nos é apresentada pela medicina é as drogas químicas que em curto prazo resolve o problema, ou o mascara, porque na realidade é esse o objetivo do tranquilizante. 

A ansiedade cria em nós uma falsa imagem do mundo que vemos, começamos a ver ameaça em situações que na realidade são inofensivas. A nossa mente ansiosa cria o medo. 

Se conseguirmos nos desfazer da percepção do medo, o perigo desaparece imediatamente. Assim como a depressão é anormal e prejudicial o medo também  como ansiedade que se generaliza vai nos consumindo a alma. Freud já dizia que nada é mais indesejável do que a ansiedade. 

Nossa mente não consegue se adaptar a ansiedade, porque o que tememos não é na verdade uma ameaça especifica.  Em casos como, por exemplo, de preocupações crônicas, todo o nosso sistema cerebral se envolve.  Não conseguimos saber o porque estamos ansiosos, mas ela está ali misteriosamente. 

Uma pessoa ansiosa sente um constante mau cheiro na periferia do seu interior, por mais que ela tente fingir que ele não existe ela sabe que ele está ali. E não tem como ataca-la como alguma coisa especifica, porque esse mau cheiro já se infiltrou em toda parte do nosso interior em nossa alma.
A nossa criação da realidade está totalmente distorcida. Não é nada especifico que causa a ansiedade.

 A pessoa ansiosa está sempre com medo  de alguma coisa, tem sempre uma nova preocupação, ou acredita que sempre tem uma nova ameaça rondando. 

A solução é aprender a não lutar contra o medo, mas deixar de identificar com seus medos.
O distanciamento é possível se a pessoa conseguir entender o que está tornando seu medo tão aderente. Mas para isso é preciso fazer algo que tenho falado muito aqui uma profunda e comprometida faxina interior. 

Tornarmo-nos conscientes sempre que a preocupação e ansiedade voltarem, porque é a repetição que faz com que o medo cole em seu sistema emocional. Então termos consciência do que está nos acontecendo é de fundamental importância para a cura, o simples fato de você conseguir se conscientizar que está entrando em um processo de ansiedade, já faz com que seu cérebro mude o foco. 

Mas se você acreditar na voz do medo porque sem duvida, o medo é convincente então ele tomará conta de você.  Ele nos excita nos lembrando de algo ruim em nosso passado, o que traz de volta a antiga reação. 

A cola que o medo tem nos mantém em silencio, por vergonha ou mesmo culpa, não temos coragem para falar dele, e assim ele cresce dentro de nós de forma silenciosa, como a violência que o gerou.
Por ser uma sensação ruim nós o empurramos para longe, mas os sentimentos que reprimimos permaneceram, tudo aquilo que resistimos tende a persistir.  O medo também nos incapacita de fazermos o que é preciso fazer, já que ele nos tira as forças, e nos sentimos fracas demais para reagir contra ele.

O medo tem inúmeros tentáculos e só vamos conseguir dissipar o medo se rompermos com a realidade que criamos. Desmonta-la é um trabalho que requer de nós a conscientização que somos o centro das nossas criações e, portanto que somos nós que criamos nossa realidade.

Seu comentário é importante para meu trabalho, deixe-o aqui.
Muito obrigado!
Fátima Jacinto 

terça-feira, 22 de abril de 2014

A melhor ferramenta que temos para nos curar - Nosso corpo!



Nosso corpo é a ferramenta que temos para nos curar. Nossas doenças são na realidade metáforas para entendermos nossas necessidades físicas e também emocionais.  

 Quando não conseguimos encontrar uma solução externa, surge então à doença para nos interiorizarmos em busca da solução em nosso interior. 

Cada órgão do nosso corpo tem sua própria necessidade, de oxigênio de alimentação, e quando não conseguimos satisfazer as necessidades básicas do nosso corpo a tempo, nosso inconsciente cria os sintomas, que para ele é a solução, ou ao menos a tentativa de encontrar uma solução. Já que não ouvimos os apelos do corpo saudável, vamos ouvir o apelo do corpo doente. 

Tudo o que percebemos através dos nossos cinco sentidos vem dos nossos sensores autônomos de dentro do nosso corpo, tudo o que pensamos ou mesmo apenas imaginamos se transforma em realidade biológica dentro de nós.

Nosso cérebro não consegue distinguir entre o real e o imaginário. Tanto faz você colocar uma fatia de limão na boca ou imaginar que a está chupando, a salivação é a mesma.  

Dependendo da sensação que provocamos com nossos pensamentos, o choque atinge determinada zona do nosso cérebro, e assim uma energia se transforma em uma realidade.

Temos que compreender que somos uma unidade que é composta de quatro realidades inseparável: orgânica, cerebral, mental e energética. Não temos uma única célula em nosso corpo que não está sob o controle absoluto do nosso cérebro, e portanto, sob o controle dos nossos pensamentos, sejam eles conscientes ou inconscientes, e portanto, todas as nossas células estão também sob o controle da nossa alma.

Por isso tenho falado tanto que nossos sentimentos pessoais, nossos pensamentos, nossas emoções afeta todo o nosso corpo, nos transformando em doentes ou em saudáveis.

Para nos curarmos temos que curar os nossos quatro corpos, quando conseguimos acura vem automaticamente. 

Quando não conseguimos nos satisfazer nos nossos quatro níveis, nasce uma emoção negativa, e essa emoção é expressa por nosso corpo, ou por nossa fala, ou sonhos, ou mesmo algum tipo de expressão corporal, quando não conseguimos colocar essa emoção para fora, ela se transforma em uma doença. 

Entenda nem toda emoção negativa se transforma em doença, aquelas que conseguimos expressas nós a soltamos, mas aquelas que não conseguimos expressar se mantêm presas e estagnadas dentro de nós, essas sem duvida se transformaram em doença.

Então faça um favor a se mesmo, comece a tomar consciência de quem está dentro de você, do que te comanda, seja dramático, inesperado, viva intensamente, sorria e tenha gratidão. Enfim seja feliz, e viva saudável. 

Seu comentário é importnte para meu trabalho, deixe-o aqui.
Muito obrigado!
Fátima Jacinto

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Decidi que não quero apenas a cura do câncer quero também a cura da minha vida...



Ao longo de todo o processo por que tenho passado fiz algumas modificações que antes jamais imaginava que um dia faria, hoje por opção moro sozinha, assim posso ter uma alimentação do jeito que acredito que irá ajudar meu corpo, e também tenho o tempo necessário para cuidar da minha alma e do meu espírito. 

 Decidi que quero não apenas a cura do câncer mas uma cura da minha vida muito mais ampla, aliás entendi ao longo desses três anos que não posso curar meu câncer se não me curar por completo. É sobre isso que falo no livro que acabei de lançar. 

Criei um casulo para mim, minha casa, onde há um ano passo a maior parte do tempo, saindo apenas quando é extremamente necessário. 

Decidi conhecer meu corpo, me conhecer, encontrar dentro de toda a confusão que sempre foi a minha vida a minha alma, e conhecer alguns dos seres que habitam esse corpo que chamo de meu, seu que não será possível conhecer todos mas alguns sem duvida estou tomando conhecimento e tecendo uma amizade com eles. 

Tudo isso tem me feito um bem enorme.
Minha rotina mudou muito, eu uma carnívora assumida, que adorava massas e amava cozinhar e comer, hoje sou uma vegetariana assumida, e adoro isso.  Continuo com minha enorme paixão pela cozinha, mas hoje minha cozinha é na verdade meu local de tratamento. 

Nesse meio tempo comecei a entender que o que como e o modo como preparo meus alimentos e o ingiro me afeta profundamente, afeta também minhas células, e o funcionamento dos meus órgãos, assim como o meu estado mental, meu comportamento e minhas reações diante da vida e aos seus acontecimentos inevitáveis.

Hoje eu vivencio tudo o que conhecia na teoria, mas nunca havia levado muito a serio. Eu mudei, hoje vivo minha vida e a mudança que tem se seguido na minha pele, na minha alma, no meu espirito. Sinto essa mudança correr dentro das minhas veias. Quando preparo um suco de manhã e faço isso todas as manhãs, de vegetais e frutas e folhas verdes, tenho consciência do que estou fazendo e sinto imediatamente o seu beneficio em minha vitalidade. Esse auto aprendizado tem transpirado por meus poros, pelos meus pensamentos e pela minha vida. 

De uma forma tão consistente que jamais pensei que um dia ia escrever sobre alimentação, e transformação emocional, e hoje não consigo pensar em nada mais importante para escrever.
Tenho aprendido na base do erro e do acerto, pesquisei e estudei muito vários tipos de dietas, a crudivera, a ayurvedica, a macrobiótica, e aos poucos tenho feito o que sinto que meu corpo agradece, uma mistura de todas talvez. 

Mas procuro seguir algumas coisas que sem duvida me ajudaram muito, como tomar meu suco todas as manhãs, tomar suco de limão inteiro com casca todos os dias, o Rejuvelac que conheci aqui na internet, e alguns princípios ayurvedicos, e da alimentação crudivera. 

Descobri com a ayurvedica que o que comemos na verdade tem enorme propriedade terapêuticas, que estão ligadas aos sabores e suas combinações. Não sigo receitas indianas complicadas, mas ao entender seus princípios comecei a adapta-los as minhas possibilidades cotidianas, e fui aos poucos criando minhas próprias receitas, baseadas em nossa culinária. 

Aprendi a preparar os alimentos de forma certa, para o máximo aproveitamento dos seus benefícios e aprendi principalmente a usar as especiarias os temperos, as ervas, os grãos os frutos e legumes. 

Passei com essa hibernação como costumo chamar esse tempo que estou dando para mim, a compreender melhor o meu corpo, a meu comportamento e isso tem feito um bem enorme para mim.
Entendi que sou um todo meu corpo, minha mente, e meu espírito. 

E hoje sei mais do que nunca o quanto é difícil e necessário lidar com nossa verdade. Mas entendi que eu processo de cura envolve enfrentar minhas memorias mal resolvidas, assim como também as minhas lembranças positivas- todas elas hoje fazem parte igualmente da minha historia.

Essa nova realidade tem me permitido experimentar uma sensação de cura tão profunda e forte, que sinto que fui presenteada com uma infinidade de opções: um novo estilo de vida, uma nova alimentação, uma renovação dos meus pensamentos. 

A vida que eu levava até então foi aos poucos se modificando. Eu não fugi do mundo. Posso viver e desfrutar de tudo, mas hoje com um olhar e um comportamento bem diferente do de antes.

Seu comentário é importante para meu trabalho, deixe-o aqui.
Muito obrigado!
Fátima Jacinto
Custom Search