Pesquise neste blog

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Ansiedade a doença moderna que mais cresce. Qual a solução?



A ansiedade generalizada se transformou em uma das doenças modernas que mais crescem, a solução que nos é apresentada pela medicina é as drogas químicas que em curto prazo resolve o problema, ou o mascara, porque na realidade é esse o objetivo do tranquilizante. 

A ansiedade cria em nós uma falsa imagem do mundo que vemos, começamos a ver ameaça em situações que na realidade são inofensivas. A nossa mente ansiosa cria o medo. 

Se conseguirmos nos desfazer da percepção do medo, o perigo desaparece imediatamente. Assim como a depressão é anormal e prejudicial o medo também  como ansiedade que se generaliza vai nos consumindo a alma. Freud já dizia que nada é mais indesejável do que a ansiedade. 

Nossa mente não consegue se adaptar a ansiedade, porque o que tememos não é na verdade uma ameaça especifica.  Em casos como, por exemplo, de preocupações crônicas, todo o nosso sistema cerebral se envolve.  Não conseguimos saber o porque estamos ansiosos, mas ela está ali misteriosamente. 

Uma pessoa ansiosa sente um constante mau cheiro na periferia do seu interior, por mais que ela tente fingir que ele não existe ela sabe que ele está ali. E não tem como ataca-la como alguma coisa especifica, porque esse mau cheiro já se infiltrou em toda parte do nosso interior em nossa alma.
A nossa criação da realidade está totalmente distorcida. Não é nada especifico que causa a ansiedade.

 A pessoa ansiosa está sempre com medo  de alguma coisa, tem sempre uma nova preocupação, ou acredita que sempre tem uma nova ameaça rondando. 

A solução é aprender a não lutar contra o medo, mas deixar de identificar com seus medos.
O distanciamento é possível se a pessoa conseguir entender o que está tornando seu medo tão aderente. Mas para isso é preciso fazer algo que tenho falado muito aqui uma profunda e comprometida faxina interior. 

Tornarmo-nos conscientes sempre que a preocupação e ansiedade voltarem, porque é a repetição que faz com que o medo cole em seu sistema emocional. Então termos consciência do que está nos acontecendo é de fundamental importância para a cura, o simples fato de você conseguir se conscientizar que está entrando em um processo de ansiedade, já faz com que seu cérebro mude o foco. 

Mas se você acreditar na voz do medo porque sem duvida, o medo é convincente então ele tomará conta de você.  Ele nos excita nos lembrando de algo ruim em nosso passado, o que traz de volta a antiga reação. 

A cola que o medo tem nos mantém em silencio, por vergonha ou mesmo culpa, não temos coragem para falar dele, e assim ele cresce dentro de nós de forma silenciosa, como a violência que o gerou.
Por ser uma sensação ruim nós o empurramos para longe, mas os sentimentos que reprimimos permaneceram, tudo aquilo que resistimos tende a persistir.  O medo também nos incapacita de fazermos o que é preciso fazer, já que ele nos tira as forças, e nos sentimos fracas demais para reagir contra ele.

O medo tem inúmeros tentáculos e só vamos conseguir dissipar o medo se rompermos com a realidade que criamos. Desmonta-la é um trabalho que requer de nós a conscientização que somos o centro das nossas criações e, portanto que somos nós que criamos nossa realidade.

Seu comentário é importante para meu trabalho, deixe-o aqui.
Muito obrigado!
Fátima Jacinto 

Sempre existem "boas" razões para que as vitimas criem seus dramas...



As vítimas sempre encontram boas razões para o seu drama. Se uma mulher perdoa um marido que a agrediu é porque o perdão é uma virtude espiritual, certo?

Se alguém tolera um vício é porque tolerância e aceitação são virtudes espirituais.

Mas essas vítimas estão atraindo o sofrimento deliberadamente, o que acaba se tornando impotência. Existem agressores, viciados, furiosos, controladores e tiranos suficientes para drenar o poder de qualquer pessoa que se ofereça para desempenhar o papel de vítima.

Quebra de padrão: Antes de mais nada, perceba que seu papel é voluntário. Você não é vítima do destino ou da vontade de Deus. A ideia de que o sofrimento bomé sagrado pode ser verdade para os santos, mas, na vida cotidiana, continuar sendo vítima é uma péssima escolha. 

Mude suas escolhas. Reconheça que você foi programado para ser seu carrasco e faça alguma coisa para sair dessa situação. Não adie o que precisa ser feito nem racionalize. Se se sentir agredido, magoado, desprezado, enfrente a verdade e caia fora o mais rápido possível.

Temos que nos aprontar para a mudança. Nos tornar nossos próprios conselheiros e condutores de nossas vidas. 

Precisamos querer criar a mudança que desejamos em nossa vida, e sermos responsáveis por isso.  Não é pensar que precisamos mudar, mas que que temos que mudar. O “deve”, “deveria” não irá fazer com que você mude nada. Apenas quando você decide que “tem” que mudar, que a vida que está levando não é de forma alguma a que você deseja, a mudança irá acontecer.

Nós somos a fonte da mudança em nossa vida, não há nada que possa mudar isso, encontrar culpados para nossos problemas de relacionamentos ou em qualquer outra área, não irá ajudar em nada. Querer essa mudança do fundo da nossa alma isso sim irá te colocar sem duvida no caminho certo. 

Acredite você pode! 

Seu comentário é importante para meu trabalho, deixe-o aqui.
Muito obrigado!
Fátima Jacinto 

Começamos a entender porque nossa vida não funcionou até agora depois de um diagnostico de câncer....



Quando recebemos um diagnostico tão “definitivo” como é do de que estamos com um câncer, começamos a entender que a vida que levamos até aquele momento de alguma forma não funcionou. 

Não existe mais a opção da ilusão, por mais que a gente tente não dá para nos iludirmos mais.  É chegada a hora de falarmos a verdade, nosso corpo não está mais por conta de permitir nada menos do que a verdade, ele não está mais falando com gentileza e educação conosco, ele agora está literalmente gritando: “VOCÊ VAI ME MATAR, PRESTE ATENÇÃO”. 

Essa mensagem chega clara para nós, em alto e bom som. Vamos ter que aprender a nos reeducar, se quiser ainda alguma chance da vida. 

Vamos ter que amadurecer emocionalmente e nos tornar antes demais nada pessoas saudáveis e maduras emocionalmente que sabe se aceitar, se respeitar e se amar.

Fácil, não eu já disse em outras ocasiões que fácil e tranquilo, é tomar a quimioterapia, e talvez um ou outro medicamento para tirar nossa dor, e colocarmos a culpa no medico, na vida, da falta de sorte, e se possível em nossa família, no governo enfim a lista de “culpados” é bastante extensa.  

 A resignação é talvez a maior causa de morte, porque quando nos vemos como impotentes diante do que a vida está nos mostrando na verdade já estamos mortos. 

O que eu aprendi com o câncer foi que é preciso que tenhamos uma nova abordagem diante do que está nos acontecendo, precisamos nos conhecer mais e profundamente, só assim teremos o poder de reverter as nossas condições. Eu não quero de forma alguma dizer que a causa dessas condições, tenha sido descoberta, porque no fim das contas o câncer está ligado a tudo que envolve a vida, principalmente o que acontece com nosso corpo. 

É por causa disso, precisamos remodelar a nossa vida em muitos níveis, o que significa termos consciência do que fizemos e estamos fazendo com a nossa vida. Isso não significa de forma alguma no s culpar, mas sim nos responsabilizarmos e nos comprometermos com uma mudança seria e consciente. 

Uma abordagem direta diante da vida que estamos levando, um novo olhar sobre o câncer sem duvida vai te ajudar a ter uma chance muito maior de aprender e viver o que aprendeu. Hoje eu vejo o câncer que está em mim, como uma neblina, que quando olhamos para ela se parece indissolúvel, mas todos nós sabemos que uma neblina pode e irá se dissipar em algum momento. 

A noticia maravilhosa que tenho é que o nosso Eu verdadeiro nunca está com câncer, então tudo o que está nos acontecendo é apenas em alguns níveis da nossa vida, não é de forma alguma definitivo. 

Quando tomamos o caminho para nos encontrar, e nos transformar, vamos conquistar muito mais do que apenas a cura do câncer que pode até está em nós ainda,  vamos nos emergir como uma nova luz, e ver a vida de uma maneira totalmente nova, e especial. Vamos literalmente ganhar uma vida nova. 

Seu comentário é importante para meu trabalho, deixe-o aqui.
Muito obrigado!
Fátima Jacinto 

Um dos piores problemas da violência doméstica é a depressão.



A depressão é um dos piores e maiores problemas enfrentados pelas mulheres que estão vivendo dentro de um lar violento. Uma pessoa em depressão se sente: “ como se estivesse caindo, parece que a queda vai atingir o chão, mas essa sensação não dura apenas alguns segundo ela é interminável. 

O sentimento de pânico permanece por dias e dias e a pessoa não consegue nem especificar do que está sentindo tanto medo”. Eu me senti assim por anos a fio, somos vitimas de um cérebro que entrou em colapso, só que não sabemos disso. 

Nosso cérebro não sabe reagir adequadamente diante do intenso estresse interior  e também exterior que estamos experimentando, e como consequência nosso corpo é profundamente afetado.  Nossos ritmos corporais como sono, apetite e desejos sexuais se tornam irregulares ou nulos.  Começamos a encarar a vida e tudo que a compõe com indiferença. 

Sentimo-nos desconectadas socialmente, não temos clareza de entendimento do que ouvimos e também não conseguimos nos expressar com clareza como estamos nos sentindo. 

A presença de outras pessoas nos perturba e incomoda, gostamos de nos manter isoladas do mundo. Somos prisioneiras de nossas emoções desenfreadas que provocam distúrbios seríssimos em nosso humor, mas infelizmente não temos consciência desse fato, porque vivemos no piloto automático.
Nosso humor deixou de seguir um padrão normal de altos e baixos, e não conseguimos nos livrar da tristeza e do sentimento de impotência e desesperança, que não nos permite ter algum interesse na vida que nos rodeia. 

As nossas atividades diárias e corriqueiras começam a ter um peso avassalador. E não conseguimos identificar o porquê e nem quando e como os sintomas começam a aparecer. 

A esmagadora fadiga que sentimos  não nos permite sentirmos vivos,  e que nos leva cada vez a mais depressão. E ai tudo em nossa vida começa a girar, a vida se torna um circulo vicioso eterno, demorado e inacabado. 

A vitima de violência domestica se adapta tão bem a essa situação que muitas chegam a se assustarem quando um medico ou mesmo um terapeuta lhes dizem que estão com um quadro de depressão. Para elas isso é absolutamente normal. 

A depressão é na verdade um comportamento arraigado em nós. Uma causa externa em nosso caso anos de violência psicológica que chegamos até a esquecer de quando começou, e a nossa reação a ela que nunca foi e nem é saudável. Transformou-se em um hábito que arraigamos em nós e agora ele é automático. 

Temos que desfazer em nossa mente o hábito de chamar todo tipo de depressão de doença, principalmente a depressão moderada, já que a crônica é sim uma doença mental.

E quando a depressão se transforma em um hábito deixamos de reconhecer que a tristeza e a desesperança não precisam mais de nenhum gatilho para permanecer.  Deprimimo-nos pelo simples fato de já estarmos deprimidas. 

Uma nevoa cinza encobre tudo em nós, o otimismo é impossível. Um estado de derrota permanente se instala, e nosso cérebro começa a andar em círculos...

Depois que internalizamos a reação depressiva, é como se um carvão em brasa estivesse dentro de nós, qualquer pequeno vento pode nos incendiar e nos levar a deprimirmos novamente. 

Quaisquer incidentes insignificantes nos deixa sem condições de decidirmos não sabemos como reagir nem diante de um pneu furado, ou de um simples cheque sem fundos, entramos em profundo desespero os problemas do dia a dia começam a se transformarem em grandes demais para lidarmos com eles. 

As boas noticias já não nos alegra mais, não nos sentimos bem com datas comemorativas como natal, aniversários pascoa, ano novo, nada nos anima. 

Perdemos o controle sob o nosso nível de estresse e começamos a repeti-lo, imprevisivelmente.  O que nos levou a isso? Um companheiro agressivo, que nos agride repetidas vezes e que não conseguimos prever quando ele terá outro ataque de “raiva”, e não conseguimos encontrar forças para deixa-lo. 

E então nosso sistema corpo-mente se fecha para que possamos suportar a dor da situação.  E esse fechamento do nosso corpo-mente nos induz a não sentirmos mais vontade de viver.

Seu comentário é importante para meu trabalho, deixe-o aqui.
Muito obrigado!
Fátima Jacinto

domingo, 27 de abril de 2014

Vamos valorizar o que está desperto em nós, e expandir nossa consciência.



Vamos expandir nossa consciência, valorizar o que está desperto em nós, nos manter alertas. Parar de pensar e agir como todo mundo, aprenda a resistir a unanimidade. 


 Valorize-se! Pare de ficar esperando que o outro te aprove, em vez de desejar que o outro te aprove se esforce para ajudar o outro a mudar também.

Exponha sua mente a uma nova visão diferente da arte, da poesia, da musica das escrituras sagradas e profanas. 

Questione de onde vem os fundamentos de suas crenças.

Faça um esforço para reduzir as exigências que o ego tem. Expanda seus limites.
Qual o maior proposito da sua vida? Ponha todo o seu foco nele. 

Seu crescimento interior é um processo sem fim, mantenha a fé. 

Coloque os pés no caminho espiritual com sinceridade e esperança. 

Entenda que a consciência é bastante curiosa. Todos nós a temos, mas não o suficiente. 

Mas o suprimento é infinito não tenha duvida disso. Somos muito mais do que representamos. 

Por isso evolua, expanda e se inspire sempre. 

Não se limite, não se contrai e nem se conforme.

Encare sua vida com mais consciência. Se recuse a manter um olhar fixos, a ter limites expanda sua vida, seu caminho, seus sonhos...

Seu comentário é importante para meu trabalho, deixe-o aqui.
Muito obrigado!
Fátima Jacinto
Custom Search